domingo, 11 de janeiro de 2015

Direitos dos Animais

Printscreen de um dos diapositivos de um trabalho que fiz no 10º ano sobre o tema.
Ao longo dos últimos anos o maltrato, abandono e divertimento com o sofrimento de animais tem aumentado cada vez mais.
O facto é que devido à crise politica, pessoas que sempre tiveram animais domésticos vêem-se (algumas) obrigadas a abandoná-los, mas não se pode justificar o facto, pois, apesar da crise, existem canis municipais que acolhem os animais em circunstância alguma, muitas vezes, resgatam-nos já doentes, maltratados, será “cobardia” das pessoas que o fazem? É uma questão pertinente mas que pode ser respondida com uma simples resposta, “não”! 
Primeiro é necessário destacar que o abandono de animais resulta, em grande parte, da escolha do ser humano, e o maltrato dos animais resulta essencialmente da crueldade do ser humano. O mesmo acontece com o uso de animais como forma de divertimento/entretenimento, como as touradas, os circos, lutas de cães, em que os animais são mantidos enjaulados e acorrentados, muitas vezes, ficando dias sem comer (circo), segundo o Artigo 1º dos Direitos Humanos todo o animal tem direito á liberdade, o que torna de facto os circos moralmente incorretos. 
Relativamente às touradas e lutas de cães, o Artigo 13º dos Direitos dos Animais defende que todo o animal morto deve ser tratado com respeito. Apesar de, se as touradas não existissem,  já não existiriam touros. Quanto á experimentação animal o Artigo 8º dos Direitos dos Animais indica que a experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação.
Segundo Peter Singer, um vegetariano, defensor dos Direitos dos Animais e Tom Regan, outro defensor, todo o animal tem direito a afeto, alimento, bom trato e direito á vida, quer seja humano ou não humano.
Quando o Homem aprender  a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante”  - Albert Scheweitzer

Sem comentários:

Enviar um comentário